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{ Monthly Archives } March 2005

LET IT BLEED

( Mick Jagger/Keith Richards)

Well, we all need someone we can lean on
And if you want it, you can lean on me
Yeah, we all need someone we can lean on
And if you want it, you can lean on me

She said, my breasts, they will always be open
Baby, you can rest your weary head right on me
And there will always be a space in my parking lot
When you need a little coke and sympathy

Yeah, we all need someone we can dream on
And if you want it, baby, well you can dream on me
Yeah, we all need someone we can cream on
And if you want to, well you can cream on me

I was dreaming of a steel guitar engagement
When you drunk my health in scented jasmine tea
But you knifed me in my dirty filthy basement
With that jaded, faded, junky nurse
Oh what pleasant company

We all need someone we can feed on
And if you want it, well you can feed on me
Take my arm, take my leg, oh baby don’t you take my head

Yeah, we all need someone we can bleed on
Yeah, and if you want it, baby, well you can bleed on me
Yeah, we all need someone we can bleed on
Yeah, yeah, and if you want it, baby, why don’cha bleed on me
All over

Ahh, get it on rider, get it on rider , get it on rider
You can bleed all over me
Get it on rider , get it on rider, get it on rider
You can cum all over me

A Páscoa é ressureição
A Páscoa é revolução
Ressussite a cada dia
Em momentos de alegria

ESPUMA DO MAR

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O mundo está menos musical : Bobby Short não está mais entre nós … Uma noite , provavelmente em 1985 , estava bebendo uma cerveja com meus amigos pintores no Largo de Moema , quando alguém disse : -” Hoje tem uma festa para os artistas da Bienal, em uma mansão na Chácara Flora , nós deveríamos ir pois apesar de não participarmos da Bienal ( afinal ninguém era neo-expressionista ) , somos artistas também !!!”
Fomos … cada um conseguiu entrar de um modo diferente … lá dentro um gramado com um coreto … no coreto simplesmente estavam Gil e Mautner … depois mais tarde no salão estava ele : Bobby Short … o ilustre cantor estava dando show no Maksoud Plaza e foi lá depois dar uma canja … no chão David Zingg , rodopiava as gargalhadas …

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NAVEGAR É PRECISO

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Cabeças cortadas é um mergulho na história como espaço e não como teatro de época. (…) O tempo não existe em Cabeças cortadas. A montagen é espacial, as chaves histórias se mostram e se transcendem em busca de signos perdidos no inconsciente.

( Glauber Rocha )

Hoje o Canal Brasil ( TV a cabo ) irá passar “Cabeças Cortadas” que o cineasta baiano filmou na espanha em 1970 . Este filme difícilmente é exibido em Pindorama . Eu mesmo , só vi uma vez e acho que era sem legendas … Assistam , pois toca o bolero “Fallaste Corazón” , na cena final !!!

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TRÊS DA MADRUGADA TUDO E NADA

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O artista plástico diz : – ” As cores contrastam em convergência , tanto com a apriorística da idéia da obra em um contexto urbano , quanto com a imagética da forma em significação !!!”

O músico diz : – ” A suíte assume uma dimensão politonal na medida em que a passagem do tempo sinfônico transcende o andamento orquestral , em contraponto com o sonata camerística !!!”

O cineasta diz : – ” O corte sincrônico em minha cinematografia representa a ambição de uma realização simultãnea na qual o travelling assume um caráter independente em relação com enquadramento desdramatizado !!! “

E eu digo : – Isto é apenas uma brincadeira usando o fantástico “MANUAL DO CARA DE PAU” do saudoso Carlos Queiroz Telles – Editora Best Seller : Procurem por aí , blogueiros de Pindorama !!!

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Citação do dia :

“… só os trouxas e os mais burrinhos ( além dos cegos ) não conseguem encontrar no escuro alguma coisa luminosa…”

( Torquato Neto )

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Citação do dia :

SUSANA BOMBAL

Alta en la tarde, altiva y alabada,
cruza el casto jardín y está en la exacta
luz del instante irreversible y puro
que nos da este jardín y la alta imagen
silenciosa. La veo aquí y ahora,
pero también la veo en un antiguo
crepúsculo de Ur de los Caldeos
o descendiendo por las lentas gradas
de un templo, que es innumerable polvo
del planeta y que fue piedra y soberbia,
o descifrando el mágico alfabeto
de las estrellas de otras latitudes
o aspirando una rosa en Inglaterra.
Está donde haya música, en el leve
azul, en el hexámetro del griego,
en nuestras soledades que la buscan,
en el espejo de agua de la fuente,
en el mármol de tiempo, en una espada,
en la serenidad de una terraza
que divisa ponientes y jardines.

Y detrás de los mitos y las máscaras,
el alma, que está sola. (*)

(*)
SUSANA BOMBAL

Alta na tarde, altiva e louvada,
Cruza o casto jardim e está na exata
Luz do instante irreversível e puro
Que nos dá este jardim e a alta imagem,
Silenciosa. Vejo-a aqui, nesta hora,
Mas também a diviso num antigo
Fulgor crepuscular da Ur dos Caldeus,
Ou então descendo a lenta escadaria
De um templo, que é inumerável pó
Do planeta e que foi pedra e soberba,
Ou decifrando o mágico alfabeto
Das estrelas de outras latitudes,
Ou aspirando uma rosa na Inglaterra.
Está onde houver música, no leve
Azul, e no hexâmetro do grego,
Em nossas solidões que a procuram,
No liso espelho de água de uma fonte,
No mármore do tempo, numa espada,
Nessa serenidade do terraço
Que divisa poentes e jardins.

E por detrás dos mitos e das máscaras,
A alma que está só.

( Jorge Luís Borges – tradução : Josely Vianna Baptista )

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