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{ Monthly Archives } November 2019

OUVINDO BUD POWELL

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O DUELO – Joseph Conrad – Tradução: Eduardo Marks de Marques – Editora Grua Livros

Acabei de ler “O Duelo” de Joseph Conrad… uma novela sobre uma série de duelos entre dois oficiais franceses durante as guerras napoleônicas e o periodo da restauração… vale a pena ler… é uma metáfora sobre nossa manias de eleger inimigos em nossos meios profissionais por meras picuinhas…

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OUVINDO DUKE ELLINGTON

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PINDORAMA BLUES

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O LEOPARDO – Lampedusa – Tradução­: Leonardo Codignoto – Editora Nova Cultural.

Giuseppe Tomasi di Lampedusa é um daqueles escritores de uma única obra… pertencente a uma família nobre (tornou-se o príncipe de Lampedusa) sua vida não foi só de conforto… combatente do exército italiano na primeira guerra mundial, foi preso e levado para o campo de prisioneiros de Szombathely, na Hungria, de onde escapou atravessando a Europa de volta à Itália…
“O Leopardo” é um romance histórico ambientado na Sicília na época da
unificação da Itália, na passagem da dinastia dos Bourbons para a dinastia dos Savóia.

Aqui vai uma passagem do livro:

“O príncipe havia tido muitos aborrecimentos naqueles últimos meses: tinham vindo de toda parte, como formigas ao assalto de uma lagartixa morta. Alguns haviam nascido nas fendas da situação política; outros haviam-lhe sido atirados para cima pelas paixões alheias, outros ainda (e eram os mais pungentes) haviam brotado de si mesmos, das suas reações irracionais perante a política e os caprichos do próximo (…) ; e todos os dias passava em revista estas preocupações, fazia-as manobrar, juntar-se em coluna ou dispor-se em fila na praça de armas de sua consciência, esperando vislumbrar nestas evoluções qualquer finalidade que pudesse tranquilizá-lo, mas não o conseguia. Nos anos anteriores, os aborrecimentos eram em número menor e, de certo modo, a estada em Donnafugata constituía um periodo de repouso; os desgostos baixavam o fuzil, dispersavam-se pelas anfractuosidades dos vales e aí ficavam tranquilamente entretidos a comer pão e queijo; de tal forma que era esquecida abelicosidade de seu uniforme e podiam ser tomados por pastores ofensivos. Pelo contrário, este ano, haviam ficados juntos e eram como tropas revoltadas que vociferassem, brandindo as armas: sentia o temor de um coronel que houvesse gritado “dispersar” e que visse depois o regimento mais cerrado e ameaçador do que nunca.”

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LEMBRAR DE ESQUECER

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PERAMBULE – Fabrício Corsaletti – Editora 34.

Mantendo a tradição dos bons cronistas brasileiros como Antônio Maria, Rubem Braga, etc… a maioria das crônicas eu já havia lido na extinta revista dominical da Folha de São Paulo… A imprensa escrita deveria voltar a publicá-lo, pois seus escritos fazem falta..

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