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O SOM E A FÚRIA

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O JARDIN DAS VEREDAS QUE SE BIFURCAM

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EL MATERIAL HUMANO – RODRIGO REY ROSA – Editora Alfaguara

Esta edição é espanhola, mas o livro foi publicado aqui em 2012 pela Editora Benvirá, com tradução de Josely Vianna Baptista… Neste livro, o escritor guatemalteco mistura ficção com um diário sobre suas visitas ao arquivo histórico da polícia nacional da Guatemala que ocorreram em 2005, salpicado com citações de alguns mestres da literatura (Borges, Bioy Casares, Voltaire, Zagajewski, Salvator Rosa, Stefan Zweig, etc.) … um daqueles livros que podem ser lidos em vários níveis com fios narrativos interpenetrantes (histórico, político, literário, autobiográfico, etc.)

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CUORE ANTENA

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EXPOSIÇÃO MANHOSAS GATINHAS – ESTAÇÃO DO METRÔ CONSOLAÇÃO – 1994

Já que todo mundo está em casa, aqui vão imagens de uma exposição que fiz no século passado, para que vocês desfrutem


A EDUCAÇÃO PELA PEDRA – João Cabral de Melo Neto – Editora Alfaguara.

Na verdade esta edição é uma reunião de quatro livros deste grande poeta: Quaderna, Dois Parlamentos, Serial e A Educação Pela Pedra. Para mim um dos melhores poemas feitos em Pindorama é “Rio Sem Discurso”, mas temos outras pérolas: “Mulher Vestida de Gaiola”, “ Imitação da Água”, “ O Sim Contra o Sim”, “Tecendo a Manhã”, etc… confiram !!!

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Pindorama perdeu nesta semana um dos seus cineastas mais geniais: José Mojica Marins, que como Chaplin, criou um personagem que se confunde com o seu criador…

Para mim, um dos momentos mais criativos do cinema mundial, é a abertura do filme “O Estranho Mundo de Zé do Caixão” quando em uma fusão entre a imagem de uma tempestade e a imagem do Zé do Caixão, uma voz proclama:

“ Quem sou eu, não interessa, como não interessa quem é você, ou melhor, não interessa quem somos. Na realidade, o que importa é saber o que somos. Não se dê ao trabalho de pensar porque a conclusão seria: a loucura. O final de tudo, para o início de nada.
A coragem inicia onde o medo termina. O medo inicia onde a coragem termina. Mas será que existem a coragem e o medo? Coragem para quê? Medo do quê? De tudo? O que é tudo? De nada? O que é nada?
A existência, o que é a existência? A morte? O que é a morte? Não seria a morte o início da vida? Ou seria a vida o início da morte?
Você não viu nada e quer ver tudo. Você viu tudo, mas não viu nada. Teme o que desconhece e enfrenta o que conhece. Por que teme o que desconhece e enfrenta o que conhece? Sua mente confusa não sabe o que procura. Porque o que procura confunde sua mente. E nasce o terror. O terror da morte. O terror da dor. O terror do fantasma. O terror do outro mundo: Agora vê no terror que nada é terror, não existe o terror. No entanto o terror o aprisiona. O que é o terror? Ah! Não aceita o terror porque o terror é você.”

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NÃO É PRA RIR MAS NEM SÉRIO SERIA

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Enfim acabei de reler À Sombra do Vulcão de Malcolm Lowry – Editora Siciliano – Tradução Leonardo Fróes. Demorou alguns anos, mas valeu a pena… para tal contei com o auxílio de um sitio da Universidade de Otago (Nova Zelândia): The Malcolm Lowry Project, que me forneceu várias explicações sobre o amontoado de citações… e para entender a relação com as obras citadas, tive que ler (ou reler) algumas delas: A Bíblia, Moby Dick (Herman Melville), Jaqueta Branca (Herman Melville), Benito Cereno (Herman Melville) Lord Jim (Joseph Conrad), O Coração das Trevas (Joseph Conrad), Fausto (Christopher Marlowe), Fausto (Goethe), Os Sofrimentos do Jovem Werther (Goethe), Alastor: Ou, O Espírito da Solidão (Percy Shelley), Kubla Khan (Samuel Coleridge), Retrato de uma Senhora (T.S. Eliot), Terra Devastada (T.S. Eliot), O Homem Oco (T.S. Eliot), A Divina Comédia (Dante Alighieri), William Shakespeare (Hamlet, Macbeth).

Li também frases ou trechos de Frei Luis Ponce de León, Calderón de La Barca, Virgílio, François Villon, Wordsworth, Jean Cocteau, W. B. Yeats, Rupert Brooke, Ralph Bates, Thomas Browne, William Shakespeare (Ricardo II, Titus Andronicus e O Mercador de Veneza) … uma das coisas que mais me marcou foi um poema de Goethe ainda não traduzido para o português: Die Wandelnde Glocke (O Sino Caminhante)… e por falar em sino, em “À Sombra do Vulcão” até o badalar de um sino é uma citação:

“De repente, um sino clamou de fora, para se calar bruscamente: dolente… dolore!”(*) (Malcolm Lowry – Tradução Leonardo Fróes)

(*) As palavras dolente e dolore estão na inscrição acima da porta do inferno no canto III da Divina Comédia de Dante Alighieri.

Per me si va ne la città dolente / per me si va ne l’etterno dolore (através de mim você entra na cidade lamentável / através de mim você entra no sofrimento eterno)

Agora me resta copilar tudo o que li e escrever um prefácio explicativo

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A INVENÇÃO DO DIA CLARO: Neste ano resolvi voltar a pintar quadros com tinta fluorescente, para tal fiz alguns estudos em computador

A INVENÇÃO DO DIA CLARO: Teste com luz fluorescente: não deu muito certo, as partes pintadas em cor vinho não reagiram à luz fluorescente… vou alterar… aguardem

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