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{ Tag Archives } coquetéis

FRENCH 75

1 dose de gin
Suco de meio limão siciliano
Uma colher de café de açúcar
Espumante

Em uma coqueteleira com gelo despeje o gin, o suco de limão siciliano e o açúcar, mexa por meio minuto. Despeje o líquido sem o gelo em uma taça e complete com espumante gelado. A receita original é com espumante brut… eu usei um rosé brut… que também ficou bom!!!

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GOLDEN DAISY

3 doses de whisky
1/2 dose de licor Contreau
Suco de 1 limão siciliano
1 colher de café de açúcar
Gelo
Twist (espiral com casca) de limão siciliano

Coloque os ingredientes em uma coqueteleira e bata, despeje em um copo old-fashioned e decore com o twist

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ATACAMA PISCO SOUR II

Já publiquei uma versão deste coquetel neste blog. A diferença é que nesta versão eu fiz o coquetel em um copo baixo com gelo e usei clara de ovo, que pode ser encontrada engarrafada em alguns supermercados.

1 dose e meia de pico
1 dose e meia de whisky
1 dose de suco de limão siciliamo
3/4 de dose de clara de ovo
2 colheres de café de açúcar
4 gotas de anostura
Gelo

Coloque os ingrediente em uma coqueteleira e chacoalhe bem… despeje em um copo baixo com o gelo da coqueteleira junto.
Decore com uma rodela de limão siciliano.

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TOM COLLINS II

Já publiquei a receita deste coquetel neste blog, mas modifiquei um pouco em vez das rodelas de laranja coloquei rodelas de limão siciliano… ficou melhor

2 doses de gin
1 dose de suco de limão siciliano
1 colher de café de acúcar
club-soda
gelo

coloque o gin, o suco de limão siciliano e o açúcar em um copo alto, adicione o gelo e a club-soda

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ORANGE BLOSSOM

2 doses de gin
1 dose de suco de grapefruit
1 colher de café da açúcar
4 rodelas de laranja
Gelo moído
3 gotas de angostura

Coloque as rodelas de laranja e o gelo moido em um copo alto, despeje o gin, ponha o açúcar e mexa. Despeje então o suco de grapefruit e pigue as gotas de angostura. Mexa novamente.

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boulevardier

BOULEVARDIER

1 e 1/2 parte de bourbon
1 parte de vermute tinto
1 parte de campari
1/2 rodela de limão siciliano
1/2 rodela de laranja bahia

Coloque os ingredientes (exceto as rodelas) em um copo misturador previamente gelado com bastante gelo, bata por 14 segundos, depois despeje o líquido em um copo baixo com gelo e com as meias rodelas de limão siciliano e de laranja bahia.

Crítica: Não gostei… é uma espécie de negroni com bourbon em vez de gin… ao meu ver não funciona… ora lembra um negroni modificado… ora lembra um manhatan (pela presença do bourbon e do vermute tinto) modificado …. é como um sapatênis: sem a elegância do sapato nem o conforto do tênis… é a mistura de um coquetel para locais ensolarados e abertos (negroni) com um coquetel para dias chuvosos e ambientes fechados (manhatan)… mas mesmo assim experimente… quem sabe não estarei redondamente enganado???

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scofflaw

SCOFFLAW

1 e 1/2 parte de bourbon
1 parte de vermute seco
1/2 parte de suco de limão siciliano
1/2 parte de xarope de romã (granadine)
2 gotas de bitter de laranja (se não tiver use angustura)
casca de limão siciliano

Coloque os ingredientes (exceto a casca de limão) em um copo misturador previamente gelado com bastante gelo, bata por 14 segundos, depois despeje o líquido coado em uma taça previamente gelada (porém sem cubos de gelo, da mesma forma que um Dry-martini) e adicione a casca de limão siciliano torcida.

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tomcollins

TOM COLLINS

3 partes de Gin, 1 parte de suco de limão siciliano, gelo, uma rodela de laranja, uma cereja e club soda.

Coloque o gin e o suco de limão siciliano em uma coqueteleira cheia de gelo. Despeje em um copo longo ponha uma rodela de laranja e uma cereja e complete com club~soda

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UMA VISITA AO HARRY’S BAR

Um dos sonhos de todo o freqüentador de bar que conhece do assunto é um dia tomar um dry-martini no Harry’s Bar de Veneza, um dos lugares mais clássicos do planeta, lugar freqüentado por Orson Welles, Hemingway, Maria Callas, John Huston, etc…
Pois bem, fomos lá… a seguir meu relato… o da minha fiel escudeira virá logo a seguir:
É um lugar pequeno, que talvez por seu caráter mitológico faz com que ninguém se sinta descontraído… todos se observam… parece um bar frequentado por espiões de várias potências, (tal qual Lisboa na Segunda Guerra)…
Inicialmente não gostei de que os guardanapos de papel não tivessem o timbre do Harry’s Bar, pois planejava escrever neles mensagens aos meu amigos, para depois colocá-los em envelopes e mandar via correio…
Minha fiel escudeira pediu um Bellini, já eu fui do tradicional dry-martini… quando chegou à mesa a segunda decepção… ao invés da taça com a azeitona, veio em um copo cilíndrico com cerca de seis centímetros de diâmetro por oito de altura e que é o pior: sem azeitona… mas estava uma delícia e como o tira-gosto era uma porção de azeitonas deu para saboreá-las enquanto bebericava a preciosa iguaria sem prejuízo no paladar… depois descobri que aquele dry-martini era no estilo Hemingway (ver o relato da minha fiel escudeira)
Considero-me uma pessoa bastante flexível que transita dos botecos e restaurantes mais simples aos mais requintados, das feijoadas nas quebradas da Estrada do M’Boi Mirim aos pratos de alta gastronomia nos restaurantes requintados no Vale do Loire… Avaliação: Não é um bar onde há alegria e descontração… talvez os lugares que eu julgava que eram chiques não fossem realmente chiques e em ambientes assim todos tem que parecer engessados e sem vida… ou talvez isto seja apenas um sintoma da pós-modernidade…

a seguir o depoimento da minha fiel escudeira…

Como é sabido, estamos em Veneza.
Hoje a tardinha, voltando de um passeio por Murano e pelo Lido descemos do vaporetto na Piazza San Marco e decidimos com um certo temor, tomar um drinque no mítico Harry’s Bar.
O bar é totalmente fechado, da rua não se vê absolutamente nada de seu interior, o que aumentou mais ainda nossa curiosidade e tensão.
Respiramos fundo e abrimos a porta. (pensei no melhor estilo espanhol: “que venga el toro pero que venga em bifes”).
Primeira impressão: lugar pequeno, cheio, nada de mais.
Pedimos uma “tavola per due, per favore”. Nos acomodaram numa mesa e o garçom nos entregou o pequeno cardápio. Sem olhar o tal cardápio, de cara, pedimos os clássicos do local: Belinni e Dry Martini. Rapidamente chegaram os drinques preparados perfeitamente.
Começamos então a observar mais atentamente o local e seus convivas.
Pessoal pouco a vontade, sem intimidade com o local, pouca espontaneidade e muitas caras e bocas.
Segunda impressão: lugar de ver e ser visto.
Gente chegando sem parar, atrás de nós uma mesa com cinco italianos. Um com cara de veneziano e os outros parecendo ser sicilianos (meda!) Todos com expressão de pouquíssimos amigos. Nas outras mesas haviam casais bem vestidos, outros nem tanto, gente moderna e chineses, claro!
E mais gente chegando, pessoas elegantes, pessoas vindo das compras com suas sacolas Louis Vuitton e Balenciaga. Gente mais jovem, se cumprimentando com um certo entusiasmo, mas tudo meio ensaiado.
De repente sentimos o bar parar. Silêncio. Adentra ao local uma senhora de uns setenta anos linda, super elegante e com cara de diva de cinema do naipe de Catherine Deneuve. Com ela dois senhores ingleses igualmente elegantes com seus blazers do mais refinado tweed e uma senhora mais velha também inglesa.
Comentamos: Esses ingleses fazem parte da roda de pôquer da rainha, certeza….
Eles mal chegaram e o gerente apareceu para fazer as honras da casa.
O bar estava cheio e não havia mesa para quatro pessoas disponível.
E o bar continuou parado, todo o mundo olhando para a trupe que acabara de chegar.
Enquanto isso na mesa dos cinco italianos com caras de poucos amigos, ouvimos uma voz de comando. Todos se levantaram, o mais velho se dirigiu a um dos ingleses e disse que seria uma honra oferecer sua mesa para eles. Os italianos pagaram a conta e se mandaram.
Em poucos segundos rearranjaram a mesa, colocaram toalha, taças, talheres, guardanapos de pano, etc. e tal. Tudo diferente das outras mesas. E a trupe da senhora diva e os ingleses se instalaram.
Veio o gerente e perguntou em inglês: “o que vocês gostariam de beber?”
A senhora diva respondeu: “Actually, I ‘ve been drinking just sparkling water.”
O gerente sugeriu: “ We make a really good Martini”… pausa…. “Hemingway style, of course”
Bom, daí para frente o bar voltou a respirar e nós também.
Não sabemos quem eram essas pessoas que conseguiram parar o Harry’s.
Com certeza são pessoas especiais.
Terceira e última impressão: lugar de gente importante e aspirantes , drinque bem feitos, onde a maioria não se sente a vontade. No tempo do Hemingway com certeza era bem mais divertido!

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Em 1998, quando estive em Firenze pela primeira vez, entre um museu e outro, entrei em um bar e pedi um negroni (gin, vermute tinto campari, gelo e uma rodela de laranja)… o dono me surpreendeu e colocou uma rodela de limão siciliano além da tradicional rodela de laranja… provei e aprovei, porém nunca mais via alguém colocar uma rodela de limão siciliano no negroni…nesta volta a Firenze consegui localizar o bar (fica na esquina do vicolo dei Cherchi com a Via della Condotta)… o barman não estava mais lá… era uma senhora que servia… pedi um negroni e veio coma rodela de limão siciliano… conversei com ela sobre o assunto e ela disse que tem que ter a rodela do limão siciliano também, como se fosse a coisa mais natural do mundo… achei que fosse uma moda de Firenze, mas nos outros negronis que bebi nesta cidade somente veio a rodela de laranja…

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